Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 13/09/2021
No documentário da Netflix “Quebrando o Tabu”, mostra a realidade de jovens e mulheres indianas ao falar de menstruação em um sociedade patriarcal e desinformada, no qual evidência o difícil acesso a protudos de higiene básicos.Todavia, com o aumento do índice de pobreza, a estigmatização sobre menstruação vem tornando-se cada vez mais presente na sociedade brasileira, seja pela falta de acesso a itens essenciais e pelo tabu hodierno no corpo social, seja por falta de políticas públicas que garanta apoio a jovens e mulheres.
Mormente, deve-se destacar, que a falta de acesso a protudos indispensáveis de higiene corroboram para a problemática.Desde 2014, a ONU considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como saúde pública e de direitos humano.No entanto, não há o cumprimento desse direito, visto que as pessoas mais afetadas são jovens pobres a partir dos 13 anos de idade. Dados da ONU apontam que, no mundo , uma em cada dez meninas falta às aulas durante o período menstrual, isso são os impactos da chamada pobreza menstrual no país, que por se sentirem constrangidas e nao terem apoio da escola e serem sujeitas à pobreza e ao tabu, acabam perdendo em média 45 dias de aula, por ano letivo.Tal conjuntura, é salientada no curta metragem, nas quais as mulheres têm receio de falar sobre o assunto, e os homens com pensamentos totalmente machistas e desinformados colaboram para a inferiorização da mulher e indepindo-as de ascender na sociedade,na qual estão sujeitas à péssimas condições sanitárias, prejudiciais à saúde.
Ademais, é válido ressaltar, que a negligência do Estado na elaboração de pollíticas públicas torna-se mais agravante o cenário. A Contituição Federal no seu artigo 6°, garante como direito social a saúde.Contudo, a insuficiência governamental do Poder Executivo não sustenta esse direito, uma vez que se trata de uma falha no desenvolvimento de políticas que visam a saúde pública do país, não preservando a integridade da mulher em seu período menstrual, e desprovendo o direito coletivo de absorventes distribuídos gratuitamente nas UBS como amparo para as mulheres de baixa renda.
Portanto, percebe-se a importância de planejamento do Estado para deliberar o impasse e desmitificar esse tabu social.Para romper com esse estigma, o Ministério da Saúde deve promover nas escolas, palestras com todo o corpo dicente sobre o assunto para sanar a desinfomação na sociedade, quebrando aos poucos o patriarcalismo. É preciso que nas Assembleias Legislativas acabem com políticas arcaicas, que contribui para o gradiente da problemática no Brasil,garantindo assim o bem coletivo e o direito à saúde básica salvaguarda pela Carta Magna.Somente com essas medidas o país irá superar essa adversidade e quebrar paradigmas sociais.