Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 23/09/2021
O período menstrual para as mulheres, geralmente, é um sinônimo de dor e desconforto, representados com sintomas de cólica e TPM ( tensão pré-menstrual). Além disso, se pode perceber que há certo preconceito e falta de suporte para a população feminina durante esse ciclo. Diante disso, é de extrema importância analisar a precariedade de produtos de higiene para mulheres de baixa renda e como isso pode afetar seu cotidiano.
Segundo uma pesquisa realizada pela Unicef, cerca de 4 milhões de mulheres não tem acesso a produtos adequados para se higienizar de maneira correta, isso mostra o quanto os absorventes, por exemplo, têm um alto custo. Logo, acabam por buscar outras alternativas para suprir sua falta, como papel higiênico, pedaços de pano, ou até mesmo miolo de pão, que podem trazer um enorme risco à saúde.
Do mesmo modo acontece com estudantes, já que as escolas não oferecem o apoio necessário. Sem escolha, meninas optam por faltar aulas durante o período menstrual, o que danifica sua aprendizagem e possivelmente sua vida profissional. Ainda que essas meninas fiquem em casa, muitas delas não possui saneamento básico, o que aumenta a dificuldade de se manterem seguras contra doenças.
Em síntese, para ajudar mulheres de baixa renda e que sfrem com a pobreza menstrual, é precis que o Ministério da Saúde, em parceria com o SUS, disponibilize absorventes em postos de saúde de forma gratuita. Ademais, as instituições de ensino podem também conceder quites de emergência, providenciados pelo governo, contendo algodão, band-aids e principalmente absorventes, sendo de fácil acesso.