Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 17/09/2021

A revolução Médico-Sanitária foi o avanço nas transformações ocorridas na área da saúde, em 1970. A partir dela, tornou-se possível a melhora da expectativa e qualidade de vida. Paralelamente, o acesso a produtos de higiene contribui na saúde, todavia, no Brasil, parte das pessoas com útero não têm acesso a barreiras menstruais, o que influencia negativamente no bem estar. Assim, há dificultadores no combate da referida pobreza menstrual, sejam o maior, a diminuta participação das mulheres na política. Logo, deve haver o atenuamento dessa crise.

Convém analisar, de início, que devido à falta de representatividade feminina, existe um governo voltado aos corpos masculinos, que causa descuidos com questões femininas. Consonantemente, existe uma lei que rege as eleições a qual, desde 1997, exige dos partidos ao menos 30% de candidatas. Ou seja, no cenário brasileiro menos dessa proporção apresentada refere-se à representatividade feminina, haja vista que não são todas eleitas. Enfim, o país sofre com o não atendimento a causas femininas.

Portanto, é valido analisar que diversos desafios dificultam o combate à pobreza menstrual, desse modo, vê-se a necessidade de amenizar essa situação. Para isso, as escolas, formadoras oficiais do letramento, devem proporcionar a educação sexual por meio de aulas, durante a temática biológica, a fim de permitir a dignidade e rompimento de estigmas sociais acerca do corpo feminino.