Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 17/09/2021
A escassez no acesso à saúde é umproblema grave. É evidente que com a precariedade no sistema de saúde e educação, as mulheres com baixa renda são as mais prejudicadas, não conseguindo previnir-se adequadamente em relação ao período mentrual e a falta de informação desponibilizado sobre esse tema, causando desafios no combate à probreza mesntrual.
De início, com o não cumprimento do Estado em qualificar o ensino básico, especialmente, com a estrutura que possa alavancar o desenvolvimente intelectual possibilitando o conhecimento na área sobre higiene pessoal, já que é de suma importância para a saúde íntima, as cidadãs decaem para o nível de inferioridade, dificultando a qualidade de vida. Segundo as ideias do filósofo Johm Locke, configura-se uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre a sua função.
Outrossim, considerando o contexto atual, a falta de saneamento básico, sanitários, coloca essas jovens em codições de vulnerabilidade social , em razão da exposição à infecções. Em virtude, a Organização das Nações Unidas (ONU) considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos, desde 2014.
Destarte, a fim de abolir a pobreza menstrual, cabe ao Ministério da Saúde disponibilizar equipamnetos mentruais em postos de saúde, afim de que mulheres recebam os instrumentos necessários para a obtenção de uma ótima qualidade no período menstrual.