Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 17/09/2021
A recente reportagem do jornal brasileiro, Correio Braziliense, abordou uma grave problemática brasielira, a pobreza menstrual. De acorodo com a matéria mais de 10 milhões de cidadãs necessitam recorrer à métodos alternativos durante os ciclos mentruais como a utilização de meias, de sacolas plásticas e até mesmo o interior do pão para estancar o fluxo sanguíneo. Isto posto, nota-se a falta de dignidade feminina e a diminuição pública da mulher na sociedade. Isso ocorre, seja pelo tabu em relação à menstruação, seja pela carência de políticas estatais em prol da causa relatada. Desse modo, há a primordialidade latente de traçar estratégias de enfretamento aos entraves existentes.
Nessa perspectiva, acerca da lógica refente aos desafios do combate à inópia menarquia na nação verde-amarela, é válido retomar o aspesto supracitado quanto aos esteriótipos com o universo feminino, pricipalmente, com o período menstrual. Para tal realidade hodierna, apresenta-se como explicação um passado de formação nacional com características patriarcais e machistas. Assim, criou-se ao longo da historiografia mitos e concepções deturpadas sobre o mundo femíneo. Logo, não se expõe ou discuti sobre os problemas relacionados ao grupo em questão e, consequentemente, muitas mulheres oferecem com a falta de higiene, absorventes e o saneamento básico. Dessa maneira, essa celeuma urgência ser solucionada, para que o panorama adscrito deixe de representar o país.
Concomitantemente à ausência do debate sobre as dificuldades femininas, é fundamental a argumentação acerca do descaso das esferas governamentais nessa pauta. Segundo a senadora e médica brasileira, Zeneide Maia, há um gasto médio de 30 reias por ciclo menstrual. Visto que o Brasil é um estado nacional subdesenvolvido e apresenta altos índices de desemprego e pobreza, torna-se inviável para diversas civis possuir os produtos necessários durante fase de fluxo de sangue. Apesar dos postos de saúde oferecerem de forma gratuita absorventes à população, não existe um empenho estatal em promover essa informação e além disso, muitas jovens e adultas encontram-se em situação de insalubridade, logo, tranforma a política de distribuição do produto feminino, um projeto ineficaz.
Portanto, com a finalidade de combater a pobreza menstrual no Brasil ações robustas operantes tornam-se essenciais. Nesse sentido, compete ao Minitério da Educação promover ao corpo estudantil o debate acerca da vida feminina por meio de palestras e aulas. Também seria interessante que o Ministério do Desenvolvimento Social, órgão governamental que realiza articulações entre os gestores federais e a sociedade civil, invista em sanemento básico. Assim, com a melhora da higiene em sinergia com distribuição de absorventes a realidade exposta na reportagem do Correio Braziliense deixará de representar o maior país sul americano .