Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 17/09/2021
A Constituição Federal de 1988 é o documento legal mais importante do País. O artigo 6.º estabelece que todo cidadão brasileiro tem direito à saúde desde o nascimento. Porém, ao observar a pobreza menstrual no Brasil, esse privilégio não atrai atenção para a prática. De fato, é preciso analisar e confirmar os motivos dessa grave situação, entre os quais se destacam: o descaso governamental e a dificuldade de entrada de famílias de baixa renda. Dessa forma, fica evidente a urgência de resolver o problema.
Em perspectivas, é importante destacar que o governo brasileiro não tem tomado medidas para lidar com a pobreza menstrual. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), 4 milhões de meninas foram privadas de saneamento pelo menos uma vez na escola. Logo, os jovens não têm direito à saúde básica. Sob esse preconceito, é necessário citar a teoria das instituições zumbis do sociólogo Zygmunt Bauman, que descreveu as instituições zumbis como existentes na sociedade, mas não funcionavam de maneira eficaz.
Além disso, deve-se destacar que as famílias pobres têm dificuldade em obter produtos de higiene menstrual, o que é um fator impulsionador dos problemas do Brasil. Os preços altos impedem que as pessoas de baixa renda tenham condições sanitárias básicas. Segundo pesquisa da marca “Always”, 29% das mulheres entrevistadas não tiveram dinheiro para comprar produtos de higiene menstrual em alguma fase da vida. Isso afeta diretamente a saúde das mulheres vitimadas, pois elas podem escolher métodos anti-higiênicos. Portanto, é inaceitável que essa situação continue existindo. Portanto, medidas devem ser tomadas para prevenir tais desastres.
Desta maneira, o departamento administrativo tem a responsabilidade de formular uma lei para fornecer atenção médica integral às mulheres em situação de desvantagem na sociedade, para garantir o acesso a absorventes higiênicos gratuitos, para corrigir a pobreza menstrual no Brasil e garantir seu direito à saúde. Todas as mulheres brasileiras. Só assim será possível construir uma sociedade plena da realização dos elementos elencados no grande credo.