Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 24/09/2021
Não é novidade para as mulheres serem julgadas pelo natural fato de menstruarem, desde a antiguidade esse ciclo é visto como doença e símbolo de inferioridade em comparação aos homens. Mesmo diante de tantas revoluções, globalização e conquistas feministas esse processo natural do corpo feminino é um grande tabu para grande parte da população mundial. Por outro lado só no Brasil mais de 13% da população com útero não conseguem arcar com os gatos gerado por esse ciclo, muitas vezes fazendo a pessoas se sujeitarem a usarem folhas de árvores, pedaços de panos e entre outros.
De acordo com a Organização das Nações Unidas desde 2014 assegura o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos, portanto no país que vivemos esse tema ainda não é realidade. São tantas as dificuldades enfrentadas por milhares de mulheres mensalmente quando estão menstruadas, água canalizada, banheiros, ausência de protetores, coletores e absorventes menstruais, impossibilitando ter acesso a lugares como trabalho escolas.
Duas teses de extrema importância nesse conxtexo é a tese da senadora Zeneide Maia e da estudante de direto do Distrifo Federal Hillary gomes ambas defendem a distribuição de prudutos para ajudar a conter o fluxo. A tese de como conter a pobreza menstrual já foi apresentado ao Congresso Nacional pela senadora Zeneide Maia, esta apresenta que a cada ciclo menstrual custa cerca de 30 reais, o que para uma grande parte dos cidadões é um alto custo, esse que mal possuem dinheiro para uma alimentação digna. Enquanto a de Hillary defende que o Sistema Único de Saúde deveria oferecer absorventes do mesmo modo que oferece preservativos.
Portanto assuntos como esse deveriam possuir uma maior visibilidade em meios socias como em redes socias , campamha publicitárias, jornais e outros, assim fazendo uma certa pressão ao governo, porém não é o que ocorre. Por se tratar de saúde ocorre um certo descuido dos políticos com o SUS, visto que gerariam mais gastos ao cofre público, mesmo levando em consideração que são gastos mínimos em comparação com os gastos para sistemas de encanamento e esgoto, que são grande problemas enfrentados por mais de 13% da população. Sendo assim mensalmente as pessoas com úteros ainda tem que carregar o fato de serem afastadas de certas atividades.