Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 27/09/2021

A pobreza menstrual, é à falta de acesso a itens básicos de higiene, principalmente, o absorvente, usado no período da menstruação de milhares de pessoas. Diante disso, os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil estão inteiramente relacionados à precariedade de informações e orientaçães sobre essa temática e também à ausência de políticas públicas assegurando os direitos desses indivíduos. Nesse viés, é evidente que medidas devem ser adotadas a fim de minimizar e combater o problema.

Em primeiro lugar, segundo dados da Always, uma em cada quatro jovens já faltou à escola por não ter condições econômicas para poder comprar o absorvente. Diante do exposto, é de extrema importância para o bom desenvolvimento da sociedade que esses dados sejam reduzidos. Tendo em  vista que à falta de alcance ao absorvente poderá trazer diversos atrasos, como por exemplo, privação de frequentar o ambiente escolar, o espaço de lazer e, consequentemente, a inserção no mercado de trabalho. Nessa perspectiva, torna-se necessário adotar políticas públicas com o objetivo de reduzir essa problemática.

Em segundo lugar, de acordo com O Fundo das Nações Unidas para a Infância-UNICEF, somente na india, cerca de 71% das mulheres não sabem o que é menstruação até terem o primeiro ciclo. Diante disso, torna-se explícito o tabu que, infelizmente, ainda cerca essa sociedade, principalmente, pela falta de orientação a respeito desse tema. Sob essa óptica, deve-se reduzir esse desafio.

Infere-se, portanto, a importância no combate à pobreza menstrual no Brasil. Dessa forma, O Ministério da saúde juntamente com o Governo federal devem levar orientações e informação à população sobre o período menstrual e as suas transformações, através das mídias sociais oficiais, como o Instagram. Além disso, esses órgãos de autoridade, devem adotar políticas públicas a favor desses indivíduos, como também, disponibilizar absorventes e produtos de higiene à sociedade de forma gratuita, em postos de saúde e unidades básicas de saúde-ubs e em escolas, sejam públicas ou privadas, com o objetivo de combater a pobreza menstrual. Por fim, será possível um país mais justo e saudável.