Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 30/09/2021
Pobreza menstrual é a falta de acesso a itens básicos durante a menstruação, falta de informações e saneamento básico. Sendo assim, 1 em cada 4 jovens não frequentam à aula por falta de absorvente. De maneira análoga, tal fato relaciona-se que a pobreza menstrual no Brasil é um problema social na qual meninas e mulheres, sofrem em suas atividades cotidianas.
Em primeira análise, a falta de saneamento básico e dinheiro aumenta os riscos de doenças entre meninas e mulheres. Logo, jornais, miolo de pão ou pedaços de panos são usados de forma improvisadas no lugar de absorventes. Assim, as mulheres privadas de liberdade são as que mais convivem com essa realidade precária de higiene, colocando em risco sua saúde íntima por falta de políticas públicas, segundo a Organização das Nações Unidas.
Em segunda análise, calcinhas absorventes, absorventes internos e externos e coletores menstruais, devem ser distribuídos gratuitamente em postos de saúde e nas unidades prisionais, segundo a Senadora Zenaide Maia (Pros-RN). Sendo assim, o SUS (Sistema Único de Saúde) deveria distribuir absorventes igualmente a distribuição de preservativos, ou seja, cerca de 4 milhões de meninas sofrem com pelo menos uma privação de higiene nas escolas brasileiras.
Portanto, o Poder Executivo deve implantar projeto de leis para doação de absorventes para população de baixa renda, campanhas públicitarias e palestras com crianças desde a infância passando informações sobre menstruação e absorvente. Sendo assim, a distribuição de produtos de higiene menstrual, doação de produtos de higiene menstrual para meninas e mulheres e parar de tributar absorvente como item de luxo, a fim de diminuir a pobreza menstrual no Brasil.