Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 07/10/2021

O Ministério da Saúde garante o direito à higiene pessoal para todos os cidadãos do país. No entanto, a efetivação dessa norma se trata de um cenário longínquo, uma vez que, a falta de absorventes surge como um complexo desafio a ser senado. Com efeito, faz-se-se-se oportuno uma análise de que muitas mulheres não tem dinheiro para comprar absorvente mensalmente e a distribuição gratuita do item de higiene como agravantes do revés.

Primeiramente, é crucial o sentido de garantia à higiene pessoal sob a perspectiva de que muitas mulheres não tem condições financeiras para obter um absorvente todo mês é uma forte influente. Isso, porque o uso do produto íntimo é necessário para garantir um período menstrual de qualidade e digno, além disso, usar algo impróprio pode levar a ter alterações vaginais. Tal questão pode ser associada ao pensamento do escritor brasileiro Augusto Cury, segundo qual acreditava que a sociedade vive somente de desejos e não de projetos existenciais. Dessa forma, enquanto a falta de dinheiro para itens de higiene se mantiver corrente, uma condição precária em que a sociedade feminina vive continuar a afligir o país.

Ademais, deve-se pontuar que a falta de um projeto para a distribuição de absorventes gratuitos precisa ser superada. Consoante a dados divulgados pela Plan International do Reino Unido, uma instituição não governamental humanitária que promove programas e projetos centrados em crianças e adolescentes, estima que 49% das meninas perderam um dia inteiro de aula por causa da menstruação. Esse alarmante dado é justificado pela falta do absorvente menstrual, e muitas vezes deve utilizar pedaço de pano velho ou papel higiênico para conter a menstruação. Em decorrência disso, tem-se visto cada dia mais como faz falta ter uma verba destinada a cuidar da higiene da população, sendo uma situação inadmissível em um país que se consagra plenamente desenvolvido.

Portanto, é preciso, pois, superar a gênese da falta de absorventes para todas as mulheres. Logo, cabe ao Ministério da Saúde, órgão responsável pela saúde e bem estar da população, criar não somente projetos para a distribuição de absorventes gratuitos, mas também, criar campanhas para que seja do conhecimento dos indivíduos dos seus direitos. Tais ações tem o intuito de melhorar a qualidade de vida das pessoas e dar o que é seu por direito. Dessarte, os desafios atrelados a pobreza menstrual no Brasil serão mitigados, e o pensamento de Augusto Cury poderá ser consumado pela nação.