Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 17/10/2021
Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história brasileira: a Constituição Cidadã, cujo contéudo garante o direito à saúde. Todavia, a perpetuação da pobreza menstrual evidência que os brasileiros estão distante de viver a relidade pregada pela carta magna, o que exige o combate a falta de acesso a intens básicos, bem como a desigualde social.
Diante desse cenário, é valido ressaltar a falta de intens básicos, a exeplificar, absorventes, água encanada, bamheiro; como impulsssionador da pobreza menstrual. Segundo o Jornal CNN, aproximadamente 2,5 milhões de meninas vivem em situações precarias e falta de produtos básicos por muitas vezes fazendo-se uso de pano, folhas ao invés de absorventes. Essas condições denota-se uma falta de respeito aos direitos conquistados ao longo da história brasileira e uma afronta a dignidade humana e ao besm-estar visto que a pobreza menstrual é caso de saúde pública conforme ratificou a ONU- Organização das Nações Unidas . Dessa forma, enquanto, a supresão de intens básicos arrazoados acima for a regra, a pobreza será excessão.
Outrossim, é imparativo ressaltar a desigualdade social como promotora do problema. Não há como pensar em higiene mesntrual em uma sociedade na qual existem pessoas que vivem em situações de miserabilidade. De acordo com o Portal G1.com cerca de mais de 10 milhões de pessoas vivem em situação de pobreza extrema no Brasil. Posto isto, se o sujeito não tem acesso ao básico, muito menos terá acesso a absorventes que para alguns se tornam algo acessível para outros produto de luxo. De acordo com o sociologo, Zygmant Baumant, criou o conceito “Instituição zumbim” segundo o qual a instituição, o Estado, existe, mas não exerce seu papel social. Entende-se, desse modo, que enquanto houver negligência do poder público, a populçao estará inclinada a permancer obrigatoriamente na pobreza menstrual.
Depreende-se, portanto, que medidas são necessárias para combater os obstáculos. Para isso o Ministério da saúde em conjunto com Ministério da Economia devem criar políticas públicas que vise destribuir absorventes por meio de postos de saúde , escola, associação de moradores; assim como são feitos com presevativos. Além do mais, devem fornecer bolsas de ajuda de custo com determinado valor mensal a família de baixa renda que possui filha mulher, por meio deposito junto ao Bolsa Família. Assim, atenuar-se-à, em médio e longo prazo o impacto nocivo da pobreza menstraul e as futuras gerações poderão desfrutar da higiene adequada e igualitária com direito a sáude conforme preconiza a Constituição Cidadã.