Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 14/10/2021
De acordo com o Neoliberalismo, que se caracteriza pela intervenção mínima do Estado na economia, deve haver a absoluta liberdade de mercado. Entretanto, a falta de atuação dos governadores pode ser um problema para a população, visto que os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil é uma realidade apresentada na sociedade. Desse modo, é importante discorrer sobre a omissão governamental e, consequentemente, sobre a desigualdade social. Tal conjuntura exige a ação do Estado para o combate à pobreza menstrual.
Sob esse viés, faz-se necessário mencionar que a pobreza menstrual tem como origem a omissão governamental. Segundo o filósofo Rousseau, o Estado deve garantir a liberdade dos cidadãos, que tem como direito o acesso às condições básicas. Contudo, na prática, essa garantia foi corrompida, após as mulheres não terem mais o direito de ter acesso aos produtos higiênicos que é algo imprescíndivel para as pessoas que não têm condições financeiras. Prova disso é que, o presidente Jair Bolsonaro cortou a distribuição de absorventes nas escolas e em outros estabelecimentos públicos, afetando a grande maioria das pessoas e principalmente, as mulheres. Dessa maneira, a falta de intervenção do Estado é um problema para a nação.
Por conseguinte, destaca-se a desigualdade social como um perigoso legado para o país. Conforme a obra de Jessé de Souza, os indivíduos nascem desprovidos de condições básicas, assim como, é visto na realidade atual. Diante essa linha de pensamento, a falta de produtos de higiene menstrual nas escolas tem consequência da hierarquização socioeconômica, que tem apresentado grandes problemas para as alunas que necessitam desses produtos, o que fomenta um número grande de mulheres que sofrem pela falta de absorventes ou coletores menstruais. Sobre isso, é fato que a porcentagem de meninas que não têm esse direito é de 40% da população brasileira. Decerto, é essencial que os estudantes tenham o direito ao acesso desses produtos.
Portanto, diante da problemática relacionada aos desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil, medidas devem ser tomadas. Logo, é papel do Estado, pois é responsável pelos direitos humanos, distribuir itens higiênicos, por meio de arrecadações e campanhas. A finalidade dessa ação é diminiur o caso de meninas que sofrem por causa da pobreza menstrual, de modo que o governo atue de forma presente na sociedade.