Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 15/10/2021
A obra “Waldren II”, do psicológo norte - americano Burrhus Frederic Skinner,apresenta uma sociedade em plena utopia a qual se caracteriza pela ausência de conflitos. No entanto, essa não é a realidade vivenciada pelos brasileiros, uma vez que, combate à pobreza mestrual no Brasil, para manter a rotina nos dias de mestruação,obstáculo para aprovação no parlamento e ser uma inclusão de necessidade basica na saúde. Diante disso, tratar esse fato e fundamental para compreender os estigmas mentais.
Mormente, é lícito que a ineficiente atuação do governo está entre as causas do problema. Nesse sentido, de acordo com Thomas Honnes, filósofo contratualista é dever do Estado zelar pleo bem-estar dos cidadões. No entanto, mulheres adolescentes e moradores de ruas improvisa para controlar o sangue de seu corpo, com miolo de pão, papel e panos. Assim, é inadimissível que os òrgãos competentes permaneçam inertes quanto à essa situação.
Por consequencia, mulheres se sente constrangida em mestruar em lugares públicos,escolas e não ter uma proteção certa para não ter constrangimento físico e psicológico entre outras pessoas. Com isso, são privada de realizar as suas atividades do cotidiana, prejudicando o desempenho psicológico.Dessarte,é inaceitável que tal conjuntura continue desse formato.
Em suma, medidas são necessárias para atenuar o entrave, logo, com o fito de mitigr os danos causados as mulheres carentes, Ministério da Saúde deve desenvolver, por meio de projeto de lei, profissionais que seja responsáveis para distribuição de absorventes em local acessível para a população e auxílio emergencial para a população. Por fim, espera-se que esse quadro seja superado e os ideais de Skinner alcançados pela Nação.