Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 15/10/2021

Na lógica da Revolução Francesa, ps Direitos Humanos estabelece como princípio: “Liberdade, igualdade e fraternidade.” Entretanto, no contexto da igualdade, á pobreza menstrual é um empecilho no Brasil. Infere nesse âmbito, que tanto a negligência governamental quanto a desigualdade social são bases dessa problemática.

Primeiramente, é válido destacar que a displicência estatal colabora com esse cenário caótico. De acordo, com a teoria de São Tomás de Aquino, todos os civis devem ser auxiliados pelo Estado. No entanto, ao se analisar a falta de infraestrutura, por exemplo em escolas públicas onde alunas perden aulaspor não terem acesso a esse item de higiene íntima. Sendo assim, é lícito afirmar que a má atuação do Governo provoca acesso disigual a esse direito.

Outrossim, a diferença de renda nas classes sociais brasileiras interferem diretamente na democratização ao acesso de higiene básica feminina. Exemplo dessa desigualdade é a pesquisa feita por uma marca de absorventes em 2018, apontando que 22% das meninas entre 12 a 14 anos no país não tem acesso a produtos adequados durante o período mentrual. Desse modo, a desigualdade social é um fator presente no país, consequentemente parte das adolescentes não tem acesso a absorventes.   Torna-se evidente, portanto, que o acesso não democrático a higiene menstrual no país é um entrave que precisa ser solucionado. Assim, cabe ao Governo Federal, junto com Ministério da Saúde, possibilitar a todas classes sociais o acesso a absorventes e a saúde menstrual, por meio de projetos sociais. Tais projetos deverão garantir gratuidade ou custos menores a absorventes, de acordo com o comprovante de venda dos indivíduos, com a finalidade de renda dos indivíduos, com a finalidade de combater a pobreza menstrual.