Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 15/10/2021
No Brasil como tambem em outros países, tem pessoas que não tem condições para comprar um absorvente, ou em banheiros publicos como na escola ou em outros lugares, deveriam ter pelo menos uns absorventes, para ajudar e ser eficientes.
Isso é questão de saúde publica, como tanto pra moradoras de rua como para mulheres que não tem tanta condição ou esta em caso de emergencia e não tem para quem pedir próximo a elas. 80% de mulheres entrevistadas usam papel higienico pra substituir o absorvente, enquanto 50% já ultilizou roupas velhas como o mesmo objetivo.
Dessa forma, pode-se notar que a pobreza menstrual não consiste somente na ausência de absorventes mais tambem para a aquisição de proteção de higiene íntima, mas representa também a falta de informação e a forma como ainda é visto pela sociedade.
O absorvente hoje não é considerado como item prioritário por muitas famílias e, principalmente, pelas políticas públicas do país, o que favorece a de falta de conscientização e ações sociais, educacionais e, principalmente, da esfera da saúde pública.
Hoje, no Brasil, os absorventes não são tidos pela lei como produtos de higiene básica, o que impede que eles façam parte do conjunto de itens essenciais em cestas básicas e sejam impostos cobrados pelo Governo Federal. Como consequência de mobilizações de grupos, movimentos ativistas e instituições, o tema começou a ganhar visibilidade nos debates de políticas públicas.