Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 15/10/2021

O ciclo reprodutivo das mulheres é qualificado, por muitas cidadãs, como um período mensal de dores, incômodos, constrangimentos e problemas com a higienização adequada. Tendo essa questão, foi criada a expressão “pobreza menstrual”, que enfatiza o quanto essa realidade afeta as idades ao redor do mundo, não só no Brasil.

Nesse viés, no que tange aos desafios no combate à pobreza menstrual, pode-se citar a infraestrutura sanitária inadequada ea falta de acesso a produtos de higiene menstrual, causado pela desigualdade socioeconômica e preços horrorosos dos itens de cuidados menstruais e com isso medidas sejam para mudar essa realidade. Em primeira análise, o uso da água ainda é muito desigual em países, principalmente nos países periféricos do globo.

No Brasil, por exemplo, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que o direito das mulheres à higiene menstrual é uma questão de saúde pública e que a falta de produtos pode gerar doenças, como doenças urinárias, por exemplo. Por conseguinte, políticas públicas, como o Projeto de Lei 4698/2019-que prevê a criação do Programa de Fornecimento de Absorventes Higiênicos nas escolas públicas-são de suma importância para a saúde íntima de milhões de mulheres, além de oferecer mais conforto no ambiente de trabalho e estudantil.

Em sintonia, a pobreza menstrual é uma realidade desafiadora para milhões de cidadãs, bem como intrude negativamente no seu cotidiano e saúde física. Desse modo, promover aos órgãos governamentais, ao lado da ONU, oferecer cestas básicas que contenham itens de higiene menstrual básicos, através de programas sociais de atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, interessar-se que mais mulheres podem ser atendidas em seus períodos menstruais .Assim, será possível combater a pobreza menstrual e como mulheres perder mais dignidade em escala global.