Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 20/10/2021
O livro utopia, criado pelo escritor ingles Thomas More, descreve uma civilização ideal, na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovida de conflitos e problemas. No entanto, a obra de More diverge substancialmente da realidade contemporanea, uma vez que há desafios para combater a pobreza mestrual no Brasil. Assim, e preciso analisar o exiguo governamental e a desingualdade social como os principais desafios do obice.
Nesse contexto, tem-se a influência da negligência estatal no impasse. Acerca disso, o pensador contratualista Thomas Hobbes afirmava que o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Contudo, a ideia do filosófo não se faz vigente na atualidade brasileira, visto que as autoridades governamentais nao medem esforcos para criar ações que combatesse a pobreza mestrual, como a distribuição gratuita de obsorventes. Consequentemente, segundo o site “CNN Brasil”, cerca de 4 milhoes de meninas sofrem por nao terem aborventes nas escolas.
Outrossim, e preciso desperta um olhar para a total participação da desingualdade social no reves. Diante disso, Ariano Suassuna, insigne escritor Brasileiro, defende que o Brasil e dividido em duas vertentes, a dos privilegiados e a dos dipossuidos. Nessa vies, enquanto a parcela privilegiada possui com facilidade acesso a itens de higiene, como absoventes e sabonetes, os dispossuidos perduram sem o poder aquisitivo necessario que garanta o acesso a esses itens. Dessa maneira, necessita-se de meios que amenizem a situação da populaçao vitima da desingualdade seecular.
Portanto, e imprescindivel que o Governo Federal - órgão responsável por garantir o bem-estar da população - deve criar politicas publicas visando a distribuição de absorventes para as instituições de ensino, por meio do programas sociais e ONG´s. Espera-se que, com isso, amenimizar a situação das vitimas da pobreza mestrual e da desingualdade social.