Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 22/10/2021
Muitos são os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil devido a falta de gestão pública referente aos quisitos básicos de higiene pessoal que contempla à saúde do indivíduo. De acordo com a Constituição Federal de 1988, assegura a qualquer cidadão o direito à saúde. E se tratando de pobreza menstrual que já tornou-se uma questão de saúde pública é inevitável que haja modificações na estrutura da gestão pública. Sendo assim, é preciso que a esfera gorvenamental tomem medidas cabíveis em relação a combate à pobreza menstrual no país.
Em primeiro lugar, nos últimos anos a Organização Mundial da Saúde (ONU), acredita que higiene menstrual é um direito e deve ser tratado como questão de saúde pública. O principal desafio para combater à pobreza menstrual é desigualdade. No Brasil, um país tão rico e diverso ainda há pessoas que não tem o que comer, imagina ter a possibilidade em comprar itens básicos de higiene mestrual como: absorventes, coletores entre outros itens. Sem contar com a falta de saneamento básico que é realidades de muitos brasileiros. Em decorrência disso, é necessário que a higiene menstrual torna-se pauta de políticas públicas.
Além disso, é necessário que haja condições mínimas de saneamento básico para essas mulheres que enfretam à pobreza mestrual. Conforme a CNN Brasil, 713 mil meninas vivem sem banheiro ou chuveiro em casa. Isso ocorre pelo fato da ausência de saneamento básico que muitas das vezes é visto como algum simples, mas que uma parcela da população não tem acesso. Devido a isso muitas dessas meninas não frequentam a escola nesse período e isso afeta a vida escolar delas que serão prejudicados futuramente na sua carreira profissional.
Portanto, o Poder Legislativo deve criar um projeto de lei que faça possível a distribuição dos itens básico para higiene menstrual por meio das unidades básicas de saúde. Essa ação possibilitará mudanças positivas nas vidas dessas mulheres como acesso a locais que eram inacessível pela pobreza mestrual presente no Brasil.