Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 22/10/2021

De acordo com a Constituição Federal, é direito de todo cidadão o acesso a saúde. Entretanto, esse conceito de saúde ainda não é plenamente visado, contrastando-se diante dos desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil. Esse impedimento de um direito básico acentua-se pela desigualdade social, além de afastar muitas pessoas do âmbito escolar.

Nesse cenário, a desigualdade social implica à população mais pobre, em principal os negros, são os afetados pela pobreza menstrual. Segundo uma notícia da CNN Brasil, o indíce de gini do país é líder na desigualdade econômica e o pior nível na concentração de renda. Essa realidade reflete no inacesso de água, absorventes e outros itens crúciais á higiene durante a menstruação, que ocorre todo mês por muitos anos à maioria das pessoas que possuem um útero. Na verdade, essa problemática é um consequência que deve ser combatida, assim como a raiz dela.

Resultante dessa pobreza menstrual muitas pessoas acabam sendo prejudicadas na educação, em especial adolescentes. Conforme um relatório da Unicef 11% não tem disposição de papel higiênico nas escola, ademais, muitos outros não têm banheiros com condições de uso. Diante disso, essa problemática não interfere somente no ambiente familiar, mas essa situação faz muitos faltarem as aulas, afetando diretamente sua saúde e sua educação. Ora, um espaço de educação não prejudicial a saúde dos alunos e que supre suas necessidades básicas de higiene é o mínimo essencial.

Portanto, essa pobreza menstrual deve ser conbatida por meios que a amenizem. Assim, cabe ao Ministério da Saúde aumentar o acesso a produtos de higiene menstrual os distribuindo, em principal absorventes, em todos os postos de saúde, vastamente em todas as cidades do país a fim de regredir esse problema. Além de que as escolas providenciem sempre condições mínima de higiene, para evitar evasões escolares e tornar um ambiente saudável e seguro para a educação.