Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 26/10/2021
De acordo com o site Uol, mais de 28% de mulheres brasileiras de baixa renda são afetadas diretamente com a falta de recursos e cuidados com a menstruação. Desse modo, vê-se que há vários desafios para combater a pobreza menstrual no país. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de acesso e condições financeiras para as mulheres e a negligência governamental e da sociedade.
Primeiramente, é notório que ocorre uma falta de cuidados em relação a menstruação no país e também, o tabú existente entre as pessoas sobre o assunto é imenso. Conquanto, como não se vê tanta importância como deveria em questão da mentruação, para que haja uma melhora nesse quesito. Dessa forma, oberva-se que com a falta de educação sexual e sobre a menstruação também interfere no problema, o ue gera essa repulsa sobre o assunto.
Em segundo plano, observa-se que muitas pessoas do sexo feminino não possuem condições para arcar com despesas de itens básicos para higiene. Diante disso, vê-se que o projeto a favor da distribuição de itens básicos para higiene pessoal da mulher como coletores e absorventes íntimos para quem não tem condições de comprá-los foi anulada, o que gerou bastante repercução no país. Sendo assim, meninas de baixa renda não teriam produtos principais para uso pessoal, o que poderia aumentar doenças pela falta de cuidados e por terem que usar produtos inadequados como folhas de árvores e até panos sem a limpeza adequada.
Portanto, para que a pobreza menstrual deixe de existir no Brasil, medidas deverão ser tomadas. Logo, é necessáario que o Governo, órgão que exerce controle e poder sobre os demais, invista em projetos sobre o acesso a produtos de higiene pessoal para a população mais carente, e por meio de palestras e pelas mídias sociais é necessário que ocorra maior conscientização sobre a menstruação e educação sexual. Assim, o país poderá melhorar nessa questão.