Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 31/10/2021
Historicamente, o pensamento machista sempre esteve presente na criação dos filhos e filhas, segregando os “objetivos” de cada gênero de forma desigual. Assim, atualmente ainda esta em pauta tal divisão às mulheres, onde o senso comum impõe diversas “regras” a este gênero. Entre eles, o estigma aliado à menstruação no Brasil entra em destaque nos desafios para ser combatido, uma vez que ainda há a sensação de que a menstruação é uma característica desagradável de uma mulher, e assim, não deveria ser discutido. Porém, a pobreza menstrual, ou seja, a falta de determinados aspectos, como por exemplo, a desinformação nas escolas sobre o orgão genital feminimo, bem como a escassez de auxilío à esse período menstrual apresenta diversos desafios no combate ainda hoje.
É indubitável que o período menstrual é algo natural do ser humano, sendo muito importante ter objetos para higiene pessoal durante essa fase. Segundo ONUMULHERESBR, página oficial da ONU destinado às mulheres no Instagram, 1 em cada 4 pessoas que menstruam apresentam carência de produtos de higiene durante esta fase, adapatando os absorventes em panos ou papéis, ou seja, a falta de recursos para as mulheres é alta, e prejudica diversas meninas, como por exemplo, na ausência nas escolas e no trabalho por não apresentar objetos que facilitam o período. Sendo assim, o preconceito associado a tal assunto impacta diversas vidas, tendo apenas uma insignificante ajuda.
Outro fator importante é a escassez de informação nas escolas, rejeição feito pelo pensamento machista imposto, muito comentanda na sociedade atual. Uma vez que a menina que está matriculada em uma escola não é informada por seus pais que apresentam certa intolerância nesse assunto e não aceitam ter este tema comentado nas escolas, a criança cresce desinformada e poderá ter diversos problemas quando comecar o ciclo menstrual, assunto que deveria ser essencial nas escolas, apresentando o útero e suas características para os alunos, bem como a menstruação e os métodos contraceptivos. No entanto, o senso comum machista insiste na desinformação das crianças e espalha esse preconceito para as seguintes gerações.
Portanto, os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil é imenso e com poucas perspecticas para o futuro. Sendo assim, o Governo Federal deve oferecer produtos de hiegene pessoal para a população e impor aulas nas instituições de ensino sobre o orgão genital dos seres humanos por meio de leis que obrigam a distribuição de absorventes gratuitos, por exemplho, e grades curriculares sobre tal tema nas escolas, com a finalidade de romper esse pensamentos machista da sociedade e disponibilizar maior condições para aqueles que apresentam útero durante a fase menstrual. Só assim os desafios de combate ao estigma associados à esse tema será eficaz.