Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 04/11/2021

‘‘A Constituição Federal de 1988 - lei fundamental e suprema do Brasil garante, conforme o artigo 6º , uma série de direitos socias, como a saúde de qualidade’’. A realidade brasileira, no entanto, se encontrar com um cenário árduo, em que se refere ao processo de pobreza menstrual no brasil. Faz-se necessário, assim, entender os principais entraves da problemática: a desigualdade social e a falta de  negligência governamental.

É relevante abordar, primeiramente, que a desigualdade social no brasil é um problema que afeta grande parte da população. No entanto, várias adolescentes não tem condições financeiras para comprar absorvente todo mês, com isso, elas improvisam de outras formas para conter a menstruação. De acordo com o site CNN, 713 mil meninas vivem sem condições básicas em casa, como por exemplo um banheiro adequado.

Paralelo a isso, vale ressaltar que a falta de negligência governamental é uma causa latente da problemática. De acordo com site Casaum, Jair Bolsonaro veta a distribuição gratuita de absorventes á mulheres de baixa renda. Entretanto, a distruibuição de absorventes que seria de forma gratuita, é vista como uma despesa para o governo, apesar de várias mulheres necessitarem do uso.

Diante das questões pontuadas, é vísivel a necessidade de melhorias fisiológicas na saúde da mulher brasileiras. Para tanto, cabe ao Ministério da Saúde, junto com o Conselho Nacional de Direitos Humanos, pedi uma nova inserção de verbas ao presidente da república, para a comprar de itens básicos femininos, por meio de votações ou relátorios que comprovam  que grande parte da população brasileira feminina, necessecitam de higiene individual todos os meses.