Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 08/11/2021
A falta de acesso de meninas, mulheres e homens trans a produtos básicos para manter uma boa higiene no período da menstruação. Não se restringe só à falta de dinheiro para comprar absorventes. Tem relação também com a ausência ou precariedade de infraestrutura no ambiente onde vivem, como banheiros, água e saneamento. A higiene menstrual é um direito humano reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2014, mas está longe de ser uma realidade. No Brasil, uma em cada quatro adolescentes não tem acesso a absorventes durante seu período menstrual O estudo pobreza menstrual no Brasil, encomendado pela Always é feito pela plataforma de pesquisas Toluna, aponta que 28% das mulheres jovens já deixaram de ir às aulas por não conseguirem comprar um absorvente. E 48% delas, ou seja, quase a metade das entrevistadas, esconderam, que o motivo foi a falta de absorventes, segundo a pesquisa, divulgada em maio de 2021. Todas mulheres, meninas tem que ter acesso a higiene pessoal e higiene com ciclo menstrual o governo poderia distribuir absorventes gratuitamente nos lugares mais pobres nas periferias e para quem não consegue comprar e incentivar cuidado com a higiene e cuidado no ciclo menstrual.