Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 14/11/2021
A constituição universal dos direitos humanos, promulgada em 1948, assegura a todos os cidadãos o direito à saúde, mas, apesar da necessidade, as mulheres ainda não possuem um suporte acerca do período menstrual. Sob essa ótica, no Brasil, ainda há desafios para combater a pobreza menstrual. Portanto, a falta de suporte do governo e o estigma associado ao tema são aspectos a serem discutidos.
Diante desse cenário, durante a idade antiga, as mulheres não eram consideradas parte da sociedade, suas necessidades eram ignoradas e ridicularizadas. De forma análoga, na idade contemporânea, as mulheres ainda não recebem um suporte do governo acerca de suas necessidades básicas, como a menstruação, na qual tem-se uma extrema necessidade em bairros mais pobres, no presídio feminino e em escolas públicas.
Além disso, em “Carrie, a estranha”, um filme norte americano, a protagonista Carrie, ao menstruar pela primeira vez, se assusta por não saber do que se trata. Desse modo, é evidente que as jovens não possuem um vasto conhecimento acerca de seu próprio corpo, mesmo sendo de extrema importância para elas estarem preparadas para este momento e que normalize este.
Em suma, ao avaliar a escassez de informação, auxílio e apoio por parte do Governo, que negligência o livre acesso a itens básicos na vida da mulher, como o absorvente, que por meio do poder Executivo deveria liberar este acesso no sistema de saúde pública, SUS, e tornar obrigatório, em escolas públicas e privadas, o ensino acerca do corpo humano e de ciclos menstruais durante o ensino fundamental. Dessa forma, a pobreza menstrual não seria mais uma problemática no Brasil.