Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 13/11/2021
Segundo Jonh Locke, “Onde não há lei, não há liberdade.” Nesse contexto, Locke acreditava que todo ser humano possuia direitos naturais, sendo eles a vida, a propriedade e a liberdade. Nesse sentido, as necessidades básicas são primordiais para o indíviduo viver em sociedade, por exemplo ter acesso a produtos de higiene menstrual para os que precisam e não possuem renda para comprá-los. Entretanto, não é o que ocorre na sociedade brasileira. Logo, é preciso de uma educação e que o Estado forneça os direitos naturais para população.
Primeiramente, a educação é um fator importante para a formação dos sujeitos do país. Como dizia Kant, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.” Nesse parâmetro, com a problemática da pobreza menstrual no Brasil, a educação ajudaria na conscientização dos jovens nas escolas, principalmente meninas e mulheres, não excluindo de quem mais é necessário, sobre a saúde menstrual. Assim, com o conhecimento, facilitaria o processo de luta por seus direitos naturais.
Por uma análise, o Estado tem o dever de entregar a liberdade para o povo. Com isso, as necessidades básicas estão incluídas. Então, para os menos favorecidos, que não possuem condições financeiras favoráveis, deve-se ter maior atenção, concedendo esforços e suprindo suas demandas, com políticas de garantia de seus direitos.
Portanto, o governo, juntamente com o Ministério da Educação, deverá melhorar a educação pública do país, por meio de verbas e investimentos. Além disso, criar palestras nas escolas ensinando sobre o ciclo menstrual e explicando sobre os seus direitos naturais, que cada um possui. Por fim, o estado deverá abastecer a população, por meio de kits higiênicos para todos que tiverem esta carência de itens. Assim, cumprindo seu dever de Estado e beneficiando o país.