Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 19/11/2021

A partir do século XX, com a Segunda Guerra Mundial, as mulheres conseguiram conquistar gradativamente seu espaço na sociedade. No entanto, ainda hoje este sexo enfrenta desafios visto que, a pobreza mestrual afeta muitas mulheres brasileiras. Logo, é importante destacar o papel que a mídia e o governo exerce frente a temática.

Nesse contexto, os meios de comunicação não ajuda a combater a pobreza mestrual. Pois, não há propagandas que mostram meninas que sofrem com a falta de absorventes fazendo assim que a sociedade desconheça e consequentemente não debata sobre o assunto.Segundo, o sociólogo Pierre Bourdieu, “o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão”. Desse jeito, infelizmente a mídia é opressora ao não representar determinada parcela social.

Ademais, o governo não demostrar preocupação com a falta de produtos de higenie mestrual. Porque, uma vez que milhões de famílias passam fome, o Estado sabe que comprar absorventes seria um “luxo”, mas mesmo sabenso disso, não há nenhuma pólitica pública de combate. De acordo com a Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos tem o direito ao bem-estar. Contudo, isto não acontece pois, mulheres que usam panos durante seu ciclo mestrual ao invés de absorventes inegavelmente, não tem nenhum bem-estar.

Destarte, medidas são necessárias para resolver este impasse. Portanto, o ministério da saúde deve combater a pobreza mestrual, por meio da criação de um projeto em que todas as unidades básicas de saúde deve disponibilizar gratuitamente absorventes com material reutilizavél visando contribuir com o meio ambiente. Além disso, a mídia deve fazer campanhas abordando a escassez de absorventes que algumas meninas enfretam. Para que assim, com essas ações os desafios de combate a pobreza mestrual no Brasil acabe.