Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 16/11/2021
No Brasil a situação de mulheres em condições precárias é bastante crítica, visto que, não possuem capacidades financeiras para comprar itens básicos de higiene. Além disso, mais de 4 milhões de meninas não tem acesso a itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas, logo, não conseguem ir para a escola no período da menstruação. Nesse sentido, torna-se claro que essa situação tem origem na falta de investimento do Governo para possa fazer a distribuição gratuita de itens de higiene intima.
De início, é notório destacar que mulheres que necessitam de cestas básicas para sobreviver, acabam sofrendo com a inexistência de absorventes ou coletores menstruais. Outrossim, portanto, no dia 21 de dezembro de 2020, foi aprovado pelo Conselho Nacional de Direitos humanos (CNDH), que realizou o ato de uma política nacional de superação da pobreza menstrual.
Ademais, cabe ressaltar que mulheres em estado precário, a exemplo de moradoras de rua ou até mesmo em situações de extrema pobreza, não conseguem manter a higiene intima, pois não possuem condições de comprar o necessário para ter uma higiene básica. Entretanto, várias mulheres acabam usando panos sujos para utilizarem como absorvente menstrual.
Mediante ao exposto, é extremamente necessário que o Governo Federal juntamente com o Ministério da Saúde, crie por meio do Plano Nacional de Saúde, meios que possam ajudar adolescentes e mulheres, a exemplo de colocarem absorventes nas cestas básicas e aplicarem em postos de saúde absorventes de graça. Outrossim, o Governo Federal deve propor ações em televisão aberta e redes sociais, com a finalidade de veincular informativos que sensibilizem a população.