Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 17/11/2021
De acordo com a Constituição Federal de 1988, relata que é de direito social aos cidadãos assistência aos desamparados garantido pelo poder público. No contexto nacional atual, ainda existe grande desassistência na disponibilidade de absorventes e mínimos cuidados menstruais á diversas mulheres brasileiras. Dessa forma, a falta de infraestrutura escolar e as baixas condições financeiras tem aumentado a chances de obter doenças ginecológicas e contribuido para o aumento da pobreza menstrual no Brasil.
Primeiramente, o desempenho escolar também é influenciado pela pobreza menstrual, muitas desistem dos estudos por falta de infraestrutura no âmbito escolar, devido a vergonha e também pela ausência de acesso à itens básico de higiene que são essenciais para cuidados durante o período menstrual.
Ademais, o filme “Absorvendo o Tabu” da plataforma Netflix, mostra a rotina de mulheres indianas que não tem condições financeiras para comprar absorventes; tal enredo que é realidade na vida de muitas meninas brasileiras, que tomam atitudes prejudiciais à sáude como o uso de panos velhos ou até jornais causando doenças como alergias e candidíase.
Portanto, é dever do Ministério da Sáude juntamento com o Governo a distribuições de absorventes nos postos de sáude em bairros periféricos, ajudando diversas mulheres. Paralelamente, é inprescindível que o Ministério da Educação forneça absorventes nas escolas e conscientizem as estudantes sobre a importância de higiene durante o período menstrual através de palestras para que diminua as doenças ginecológicas, combatendo os desafios que contribuem o aumento da pobreza menstrual no Brasil.