Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 28/12/2021

O sexo feminino passou a conquistar maior destaque e participação social após a Revolução Industrial. Em contramão, mesmo após séculos, esta ascensão não fora suficiente para minimizar problemas como: o acesso à itens para cuidado na menstruação. A problemática impõe: afastamento social, induzido pela falta de informação e ausência escolas, onde adolescentes não possuem a liberdade de frequentar a escola durante seu ciclo menstrual.

De forma inicial, os indivíduos que possuem útero, diante à falta de absorventes, cometem autoexclusam. A decisão se aparenta viável à frente de poucas oportunidades de escolha. Esta, segundo a ginecologista, Marcela Mc Gowan, afeta o bem estar psicossocial e fisiológico desta comunidade, em que não se presa o autoconhecimento do sistema funcional de seu corpo, e aceitação perante sociedade com diferentes partições.

Congruentemente, o hábito escolar é afetado. Cerca de 2% da população brasileira, segundo o Unicef, não possuem apoio estrutural e educacional quanto ao acesso à itens de autocuidado. A porcentagem aumenta quando se destaca a comunidade de adolescentes negras. Nesta ótica, os estudantes evitam frequentar os estudos quando em seu período menstrual, impactando sua atividade acadêmica e comunicação social.

Conclue-se que para atenuar a falta de informação, ausência escolar e pobreza mentrual, o Governo Federal, em conjunto dos Ministérios de Saúde, Educação e Cultura, realizem, por meio de profissionais qualificados e individuais que compartilharam a mesma situação, palestras  e congressos de conscientização, e a distribuição de absorventes externos e internos, de forma sustentável, nas escolas públicas, postos e núcleos de sáude familiar (ESF, NASF, etc.). Quando a natureza se torna a problemática, a resolução precisa ser social.