Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 15/02/2022

A Declaração Universal dos Direitos Humanos- promulgada de 1984 pela ONU- assegura a todos os indivíduos o direito à saúde e bem estar. Entretanto, os desafios no combate à pobreza menstrual impede que essa parcela da população usufruam desse direito interbnacional na prática. Com isso, emerge um problema sério em virtude da desigualdade social e da omissão governamental.

Diante desse cenário, a diferença social é causa latente na problématica. A esse respeito, o escritor Ariano Sussana aponta que existe dois gruppos no Brasil: o dos despossuídos e dos privilegiados. Nesse raciocínio, percebe-se que grande patte das mulheres não têm condições para comprar os produtos de higiene, como o absorvente, o que dificulta o combate da pobreza menstrual. Assim, é preciso intervir para que exista somente um grupo, o privilegiado.

Ademais, a falta de verbas é um entrave no que tange ao problema. Nesse contexto, Noberto Bobbio- expoente filósofo italiano- desenvolveu a obra “Dicionário Político” e denunciou a falência da Instituição pública, que se mostra incapaz de suprir as demandas sociais. Nesse sentido, as autoridades brasileiras se enquadram na crítica feita por Bobbio, haja vista a inabilidade em garantir os cuidados menstruais para os que necessitam. Dessa forma, é preciso que o governo tome providências para reverter a situação.

Portanto, são necessárias medidas para acabar com a probreza menstrual. Para isso, o Poder Público deve investir em itens de cuidados menstruais, por meio da destinação de verbas, a fim de reverter a supremacia de interesses mercadológicos que impera. Tal ação pode, ainda, ser divulgada na mídia d emassa para que a população tome conhecimento. Paralelamente, é preciso intervir sobre a desigualdade social presente no problema. Desse modo, é possível construir um país em que o escritor Ariano pudesse se orgulhar.