Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 22/02/2022

A lei 14.214/21, que instituiu o “Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual” traz em questão sobre esse assunto que não é abordado com devida importância suficiente no país, de maneira análoga a isso, os desafios no combate à pobreza mestrual no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: A falta de distribuição de absorventes em áreas da saúde pública e as dificuldades enfrentadas pelo efeito que o tema “mestruação” onde é visto como uma falta de padronização dentro da sociedade atual.

Em primeira análise , evidencia-se sobre a falta de estruturação e apoio do governo onde mulheres que tenham uma baixa renda consigam ter acesso a esse tipo de recurso, onde não existe nenhum projeto público que tenha sido aprovado no sentido de dar assistência a mulheres onde passam por esse tipo de desconforto. Sob essa ótica, no estudo realizado pela faculdade “UNEF-Unidade de Ensino Superior de Feira Santan” apontou a qual 4 milhões de meninas sofrem com pelo menos uma privatização de higiene nas escolas, isso inclui falta de acesso a absorventes e banheiros com sabonete. Dessa forma, é explícito a falta de investimento em questões sobre a saúde feminina sobre a maioria da população feminina que sofre diaramente com esse fenômeno natural.

Além disso, é notório analisar a mestruação é um tipo de misoginia onde ocorre em pessoas que possuim úteros e é algo incontrolável, desse modo a vista das pessoas isso é seria um “tabu” a qual deveria discutido com naturalidade, e não visto como algo desagrável em questões de higiene, não é como se fosse algo “nojento” e sim natural. Isso é aclamado por mulheres e eventualmente não são ouvidas.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar, os desafios sobre a pobreza mestrual no Brasil. Dessa maneira cabe, ministério da saúde, executar o projeto das distribuições gratuitas de absorventes em hospitais e escolas do país, por meio de arrecadações vindas de impostos da mesma população que necessita desses recursos, afim de que não haja mais necessidade para mulheres evidenciarem esses riscos e sejam vulneráreis a esse problema. Portanto medidas devem ser tomadas para que os impactos sobre pobreza mestrual sejam minimizadas.