Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 28/02/2022
No livro “Memória Póstumas “, do escritor Machado de Assis, o personagem Brás Cuba diz: “Que não teve filhos e não transmitiu a nenhuma criatura o legado da nossa miséria “. Sua declaração faz sentido no atual cenário brasileiro, pois a postura do Estado frente a pobreza menstrual revela uma sociedade perversa.Essa problemática surge pela má formação educacional e uma negligência governamental.
Nesse contexto, é válido destacar que a má formação educacional brasileira colabora com esse cenário.Ademais, segundo o filósofo Imannuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele.Nesta perspectiva, pode-se dizer que os indivíduos não estão sendo educados para combater a pobreza menstrual. Dada a falta de abordagens desse tema nas escolas e distribuição de absorventes.
Outrossim, é imperativo pontuar que a negligência governamental como agravante do problema. Segundo o filósofo Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir a saúde, entretanto, isso não acontece no Brasil, devido a falta de distribuição de itens como absorventes para pessoas com útero.Consequência disso são 4 milhões de meninas que não tem acesso a itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas.
Em suma , medidas são necessária com propósito para diminuir a pobreza menstrual no Brasil. Para isso, é dever do Ministério da Educação - órgão responsável por administrar todo sistema educacional brasileiro - fazer com que se tenha mais abordagens sobre esse tema nas escolas e distribuição de absorvente, por meio de amplo debate entre o Estado e sociedade civil para que se levante mais recursos financeiros para as escolas a fim de que os alunos sejam orientados sobre a importânica desse problema e tenham mais acesso a saúde.