Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 18/03/2022
A série “Absorvendo o tabu” retrata o problema social de muitas mulheres com relação a menstruação, e a dessiparidade de muitas que não tem acesso aos itens básicos nesse período e fala também sobre o estigma desse tema. Nesse sentido, observa-se que a falta dos recursos para o período mestral tem como problema a violação de um direito básico do acesso a recursos básicos e que precisa ser resolvido. Diante disso, é permitindo a debate em torno do combate da pobreza menstrual e tem como desafio a desigualdade social e o preconceito sobre esse assunto.
Em primeiro plano, é válido ressaltar que a pobreza menstrual - que é a falta de acesso e de informação - é em decorrência da desigualdade social e principalmente no Brasil onde a pobreza é uma realidade. Sob tal, desde 2014, a organização das nações unidas(ONU) considera o acesso à higiene menstrual um direito e que deveria ser distribuir para as pessoas de baixa renda. Dessa maneira, algumas pessoas que residem nas comunidades muitas vezes não tem os serviços de saneamento básico e não sabem dos seus direitos básicos sendo um desafio social que deve ter medidas para sanar.
Outrossim, é importante salientar que falar sobre o ciclo menstrual ainda ser considerado um tabu na sociedade. Exemplo, o documentário “Pandora’s box” mostra a história de algumas mulheres que moram em um vilarejo na Maasai, que são forçadas a faltarem a escola, ou até mesmo abandonar porque não possuírem suprimentos menstruais. Entretanto, o que deve ser feito é apoia-as e trazer o debate e informações para as todas pessoas e acabar com esse preconceito.
Entende-se, portanto, que é necessário ter meios pra combater a pobreza menstrual. Logo, cabe ao Estado, com o apoio da mídia e meios de comunicação, promover campanhas e por meio politicas públicas que possa trazer informações sobre o período menstrual, além disso de distribuir em locai públicos suprimentos menstruais gratuitamente. Isso deve ocorrer a fim de solucionar o problema de escassez de itens básicos do apoio às necessidade das mulheres. Destarte, é preciso também ter o debate e palestras nas escolas, como forma de conscientizar e que assim todos entendam e possam normalizar esse tema.