Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 26/03/2022

Segundo à estatísticas levantadas pelo Unicef, mais de 4 milhões de meninas não tem acesso a itens básicos para cuidados menstruais. O acesso a itens mínimos de higenização foi reconhecido pela ONU como parte dos direitos humanos, sendo assim um dever do governo assegurar o cidadão de ter alcance a tal recurso. Sendo a ação encontrada ainda apenas no papel, com muita luta faminina mas nenhuma movimentação a pobreza menstrual é um assunto que tem afetado muitas meninas e mulheres no Brasil.

Sua influência negativa se encontra com mais ênfase em escola, entre meninas de 11 (quando começam, em maior parte, a menstruar) a 16 anos, muita das vezes causando constrangimento e perda de aulas desnecessáriamente. Sendo o assunto tratado como um tabu, cria uma barreira comunicativa muito estensa entre grupos de jovens, tornando a situação mais burocrática do que de fato é.

A falta de informação vinculada com a falta de recursos voltados para o cuidado menstrual é uma escassez de responsabilidade tanto comum quanto do governo, sendo papel do mesmo garantir o acesso a recursos básicos de higiênie. Portanto, é de total encargo dos políticos intervenções mais eficientes, tanto nas escolas com garantia de acesso a banheiros e a absorventes, quanto nos postos de saúde, com distribuição gratuita de coletores menstruais e itens diversificados para os cuidados menstruais. Assim como garantem o acesso a camisinha. Cabe também ao governo incentivar a fala mais aberta sobre o assunto, desconstruindo a ideia de tabu e incluindo a ideia de normalização, sendo feitas nas escolas através de palestras e em eventos através de rodas de conversas interativas.