Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 30/04/2022

Os índices da pobreza menstrual na sociedade brasileira são estarrecedores. De acordo com um recente relatório do Unicef, essa condição atinge principalmente adolescentes a partir dos 12 anos que ja estão na fase menstrual, as causas para tal pobreza está ligada á inúmeros fatores, a falta de informações e a desigualdade social são os principas causadores de alavancagem nos casos.

A pobreza menstrual é um problema social que é enfrentado todos os dias por milhares de mulheres. A destribuição de absorventes em postos de saúde, escolas e presídios, controlariam a escalada desse mal crônico, visto que mulheres que possuem condições financeiras precárias não conseguem manter sua higiene menstrual devido a falta de recursos, e acabam optando por improvisos que podem desenvolver infecções genitáis por não serem apropriados.

A ONU descreve a pobreza menstrual como um problema de saúde pública e de direitos humanos. A pobreza menstrual não é frequente somente nas casas e nas escolas, mas também em presídios de todo o Brasil, visto que os itens de higiene básico nas cadeias são distribuídos igualmente entre homens e mulheres, o que não é o suficiente, levando em conta que tais kits não possuem o absorvente, e isso contribui grandemente para o aumento considerado desse fluxo.

A decorrer dos fatos mencionados, é notório que no Brasil a pobreza menstrual ainda é um problema muito frequente. Para começarmos a combater esse problema, como ja mencionado, é viavel que o governo conceda a verba para a distribuição de absorventes em escolas, postos de saúde e nos presídeos, e também contratando profissionais especializados e capacitados para realizarem palestras especialmente para o público feminino. Assim, teremos uma queda muito grande na porcentagem de mulheres com falta de informação e também de produtos para a higiene menstrual.