Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 05/05/2022

Em 2014 a Organização das Nações Unidas – ONU reconheceu o direito à higiene menstrual como questão de direitos humanos e saúde pública. Neste prisma, destacam-se dois aspectos importantes: A falta de acessibildade em itens de higiene básica ou locais apropriados e o tabu da mestruação.

Em primeira análise, evedencia-se a falta de acessibilidade em itens de higiene básica. Sob essa ótica, em uma pesquisa feita pela CNN Brasil, aproximadamente mais 713 mil mulheres não possuem banheiros ou até mesmo chuveiros em casa, sendo também citado que mais de 4 milhões de mulheres no brasil não possuem itens de cuidado mestrual. Dessa forma, fica evidente o grande problema na falta de acessibilidade.

Além disso, é notório que em pleno século XXI possua um grande tabu relacionado a mestruação, que por mais que seja algo natural do corpo feminino ainda é um motivo de vergonha para algumas mulheres. Sob essa ótica, deixa explícito que o tabu é um motivo que afasta as estudantes das escolas por pura vergonha. Constante a isso, é notório que o tabu e a falta de conhecimento afeta a população feminina até mesmo em seus estudos.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter os desafios no combate da probreza mestrual no Brasil. Dessa maneira, cabe o Governo Federal, especialmente o Ministério da Saúde, exigir políticas públicas para dignidade mestrual. Por meio de trazer, visibilidade para a pobreza menstrual nas pautas governamentais que pode ser contida através de projetos que assegurem produtos de higiene menstrual como um direito básico, afim de que possa assim acabar ou diminuir a pobreza mestrual no Brasil. Somente assim para que o direito á higiene mestrual seja diminuída.