Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 27/05/2022
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o direito a higiene menstrual é algo inviolável e, portanto, necessário a manutenção da dignidade humana. Entretanto, no Brasil a questão não é tão simples, as discussões que envolvem mecanismos para diminuir a pobreza menstrual no país ficam mais acirradas, de modo, a contribuir urgentemente com o resgate de pessoas que há muito tempo esperam por isso.
Primeiramente, é importante salientar que uma das causas que corroboram para o surgimento e manutenção do problema é a falta de apoio e abandono por parte do poder público com essa parcela da sociedade, que, embora, pequena é muito siginificativa ,incluindo assim, mulheres, meninas, homens trans e afins. Associado a isso, tem-se a inviabilidade em prosseguir com a vida acadêmia, devido a falta de insumos nas Insituições de Ensino e em casa mesmo que torna a permanência nas escolas, por exemplo, na maioria das vezes insustentável.
Outrossim, é vaĺidos destacar que a crise econômica que assolou o país nos últimos anos em conjunto com a pandemia de COVID-19 trouxe um aumento significativo no número de desempregados e de desabrigados, no mesmo instante o poder de compra do cidadão brasileiro o levou a priorizar somente o necessário a sua sobrevivência. Além disso, aqueles indivíduos que vivem nas camadas mais baixas da sociedade foram obrigados a escolher, isto é, quando puderam escolher, prover o sustento aos que dependem deles, principalmente as mulheres chefes de família, negligenciando por vezes à própria saúde, higiene e bem estar.
Portanto, medidas são necessárias para resolver à questão. Segundo o filósofo grego Aristóteles, “a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade”, assim sendo, a população em comuna com entidades defensoras dos Direitos Humanos e com o apoio midiático elevariam à pressão nos governos locais, de modo, que a causa chegue a conhecimento do Governo Federal, levando-o a tomar uma posição mais ativa. Já em parceria com o Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humamos distribuição gratuita de insumos na rede pública seria garantida pelo Estado contando ainda com uma caritlha informativa com imagens e textos sobre o manuseio e descarte dos utensílios, promovendo felicidade a sociedade.