Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 29/05/2022

O Brasil, ainda é um país onde há mais homens na política do que mulheres. Isso é totalmente desfavorável em quase todos os sentidos, principalmente quando ocorre a abordagem de assuntos os quais só pessoas do sexo feminino entenderiam. Essa falta de representatividade é recorrente de uma sociedade patriarcal, tendo por assim seres masculino tomando decisões incoerentes de algo que não faz parte do seu processo biológio, como por exemplo a menstruação.

A luta incessante das mulheres por direitos igualitários, ou que pelo menos deveria ser, visto que na Constituição Federal de 1988, assegura a saúde como algo de necessidade a todos. A pobreza menstrual está diretamente ligada, de forma prejudicial, à um corpo saudável. Contudo, a falta ao acesso a um recurso básico oferecido pelo Estado,o SUS, até este momento tem o seu sistema extremamente precário e lento.

Infelizmente, as brasileiras de renda mais baixa sofrem mensalmente por não terem suporte de algo natural e comum a todas. Pois, muitos governantes por não passarem por isso, acham irrelevante levantar debates a fim de combater essa questão de total desigualdade. Conclui-se a partir disso, o quão prejuicial é sangrar todo mês sem nem ao menos querer, e ter que sofrer da pior forma por não possuirem dinheiro para o elemento essecial, o absorvente.

Dessa forma, cabe a população escolher de forma inteligente em seus representantes polítocs, já que, são estes que tomarão as decisões mesmo não concordando, ressaltando assim a importância de mulheres no poder. A reivindicação em busca de benefícios próprios, além de ser em dias de eleição, poderá ser também através das mídias, alcançando assim um maior número de vizualizações.