Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 30/05/2022
A filosofia de Tomás de Aquino defende a necessidade das pessoas serem valoriza-das igualmente. No entanto, a realidade do Brasil demostra o contrário na questão da pobreza menstrual, que mais de 4 milhões de meninas vivem sem itens básicos de higiene como sabonete e até água. Nesse sentido, obeserva-se um delicado pro-blema,que tem como causa a falta de investimentoe e a ineficiência governamental
Dessa forma, em primeira análise, a falta de investimento é um desafio presente no problema. Para Hannah Arendt, é preciso preservar o espaço público para que a cidadania seja assegurada. Porém, tal preservação não ocorre sem investimento na pobreza menstrual, visto que mais de 13% da população que menstrua vive com um salário de 240 reais por mês e não tem condições de gastar com itens de higiene. Assim, sem investimentos adequados, torna-se improvávelatuar sobre esse problema e assegurar a cidadania da população.
Em paralelo, a ineficiência governamental é um entrave no que tange ao problema. Para Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar dos cidadãos. Porém, tal responsabilidade não está sendo honrada quanto á pobreza menstrual, visto que muitas pessoas não tem acesso a banheiros ou chuveiros em casa para ter uma boa higiene no período menstrual. Então, para que tal bem-estar seja usufruído, o estado presisa sair da inércia em que se encontra.
Portanto, urge que o probema seja resolvido. Para isso, o governo federal deve organizar um grande investimento, por meio da destinação de vesbas para a pobreza menstrual , a fim de reverter a má infraestrutura existente. Tal ação pode, ainda, ser documentada pelo canal do Youtube do governo para a população acompanhar os resultados. Paralelamente, é preciso intervir sobre a ineficiência governamental presente no problema. Dessa forma, a necessidade de igualdade defendida por Tomás de Aquino poderá ser uma realidade.