Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 06/06/2022

“Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação”. Na música “Que país é este?”, da banda Legião Urbana, evidencia-se o Brasil passa por diversos problemas. Isso pode ser observado com o descaso governamental e a falta de apoio midiático em assuntos importantes, como a pobreza menstrual no Brasil e seus desafios.

A princípio, cabe-se citar que, segundo Hannah Arendt, filósofa alemã, “A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos”. Entretanto, isso não ocorre ao observara falta de apoio do Governo acerca de problemas como a pobreza menstrual. Tal descaso é evidenciado pela falta de campanhas e apoio monetário para suprir as necessidades menstruais das mulheres, afetando diretamente as que estão em situações marginalizadas nas ruas do Brasil. Tal questão acompanha a falta de apoio à higiene pessoal dessas mulheres, causando acúmulo de bactérias e doenças que podem levar à morte.

Ademais, conforme o filósofo Pierre Bourdieu, o que foi criado como instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Com isso, evidencia-se a falta de atenção que a mídia presta em relação à pobreza menstrual no Brasil. Tal falta de abordagem gera influências negativas decorrentes da carência de informações, extremamente importantes, dissipadas efetivamente sobre esse problema. Consequentemente, as demais pessoas não podem apoiar e auxiliar as necessidades básicas que tais mulheres marginalizadas precisam sobre a falta de apoio em seus ciclos menstruais.

Logo, cabe ao Governo, jundo das companhias midiáticas criar campanhas e apoiar a dissipação efetiva sobre a pobreza menstrual no Brasil. Essa ação deverá ocorrer por meio da abordagem desses assuntos pela mídia em horários convencionais, que o público telespectador possui maior presença. Isso, então, tem a finalidade de remediar não somente o descaso do governo, mas também o silenciamento midiático acerca do tema proposto.