Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 31/07/2022

De acordo com o grande filósofo, Aristóteles “a mulher pode ser definida como um homem inferior” essa infeliz frase expõem que desde a mais antiga e avançada das civilizações, a Grega, a mulher e os problemas a qual ela enfretava eram considerados de pequena ou nenhuma relevância. Desse modo, na atualidade é perceptível ver que esse pensamento apresentado pelo filósofo continua em vigor. Já que, o combate a pobreza mentrual continua tendo que enfrentar grandes desafios: a desinformação e a consideração de ser algo irrelevante.

Em primeiro lugar, em 2020 foi apresentado o projeto Tábata Amaral que visa a distribuição de absorventes para as pessoas que menstruam. Apesar dele pretender um impacto positivo uma grande parcela de políticos, todos homens, receberam esse projeto de uma má forma, sendo posteriormente vedado pelo presidente. Diante desse cenário, é perceptível como a saúde menstrual ainda é algo ignorado socialmente, uma vez que a distribuição de preservativos gratuitamente já é uma lei em vigor desde 1994. Dessa forma, educar meninos e meninas sobre a menstruação é essencial.

Em segundo lugar, a falta de absorventes leva as pessoas a ultilizarem de artifícios, para cobrir essa necessidade como ultilizar miolo de pão, jornais, ou até rasgar pedaços da própria roupa, ficando vúlveravel a bactérias e infecções. Ademais, a lei de execução penal prevê o direito de saúde integral deva ser garantido pelo Estado para os cidadãos. Com isso, fica evidente que devido a falta de absorventes e cuidados para população diante da menstruação, essa é desprezada pelo Governo. Sendo assim, os “cidadãos” citados na lei, não abrange toda a nação. De modo que, sao privados dessa “Saúde integral”

Portanto, a viabilização da informação a cerca da menstruação e a distribuição de absorventes gratuitamente é algo de extrema necessidade, estando a dever do Estado a disposição de absorventes em postos de saúde e mutirões. Como também a educação a cerca do assunto em escolas de rede pública e privada, para que meninas conheçam seu corpo e seu ciclo menstrual, e meninos comtribuam e respeitem o assunto. Somente assim não haverá uma sociedade como a da Grécia, em que os assuntos relacionados a mulher, eram desprezados e inferiorizados