Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 02/08/2022

Segundo o Artigo 1°da Declaração Universal dos Direitos Humanos ´´Todos os seres humanos nascem livres iguais em dignidade e em direitos``. Entretanto, a negligência governamental quando se trata da pobreza mestrual no Brasil e a desinformação por parte da sociedade dificulta que a população feminina usufrua desse direito internacional.

Primeiramente, percebe-se que a indiferença do governo brasileiro quando se trata de questões anatômicas do corpo feminino é um dos fatores que mais dificultam a solução do estigma, já que, mais de 26% das meninas brasileiras não tem condições de comprar absorvente. Nessa pespectiva, a falta de iniciativas e in-vestimentos públicos para solução da problemática é explicíta na comunidade atual brasileira.

Na Idade Média, a mestruação era visto como algo nojento e asqueroso, conhecida pelos médicos como uma doença que atingia as mulheres mensalmente e que deveria ser tratada. Apesar de se datar de séculos passados, mestruar é algo que continua sendo visto como motivo de vergonha entre a poputação feminina no mundo conteporâneo. Nesse aspecto, cabe citar que o pudor em falar sobre a mestruação trás diversos prejuízos para a sociedade, podendo mensionar o aumento da desigualdade de gênero e também a possibilidade de poder levar a muitas meninas ao desconhecimento de seu próprio corpo em razão da desinformação.

Portanto, visto os desafios que contrinuem para a pobreza mestrual no Brasil, é perceptível que é preciso de uma ação governamental para combatê-los. Diante disso, o Ministério da saúde deve promover palestras e campanhas em espaços públicos, afim de desproblematizar a mestuação. Para tal, é necessário um direcionamento de verbas públicas para a compra de absorventes, que seriam dis-ponibilizados em postos de coletas atendendo a toda população.