Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 29/08/2022
Atualmente as meninas, mulheres e homens trans ainda sofrem com a falta de higienização necessária nos seus períodos menstruais, o que leva a situações de constrangimento, já que o assunto não é tão discutido quanto deveria, e devido a falta de preparo e suporte do governo para com a situação. Sendo assim, é inegável a necessidade de visualizar e exterminar os problemas relacionados à pobreza menstrual no país.
Apesar de ser uma necessidade básica para as mulheres, é visível que o assunto deixa de ser tratado nas escolas e relatado em outros locais públicos, o que leva a uma falta de entendimento, principalmente por parte dos homens, que tendem a considerar nojento algo que é natural, e assim, a mulher se submete a momentos que afetam sua autoestima e sua dignidade, deixando de frequentar locais públicos (escolas, piscinas, etc.).
Mas a falta de comunicação a respeito do tema não é o único problema. O governo carece de melho-res estratégias que ajudem as mulheres, principalmente levando em consideração que afeta a sua maioria que ainda passam pelo ciclo menstrual, e que não é apenas uma questão de constrangimento, mas também de saúde, visto que a falta de um absorvente ou banheiros públicos higienizados pode levar a exposição de bactérias e doenças.
Sendo assim, diante dos fatores apresentados, se mostra necessário um melhor posicionamento do Poder Legislativo, com a criação de leis que facilitam o acesso a abosrventes, sendo disponibilizados gratuitamente em escolas, farmácias em uma certa quantidade, e outros locais públicos. O Ministério da Saúde também deve atuar na conscientização dos problemas que a pobreza menstrual pode levar, com palestras escolares e nas ruas, com suporte da mídia do município local e pressão da sociedade que exija que tais ações sejam concluídas, afinal, é uma questão de saúde básica, que deve ser disponibilizada para todos.