Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 10/10/2022

Na obra “O Cidadão de Papel, o Jornalista Gilberto Dimenstein critica o sistema de leis do Brasil, o qual possui uma boa elaboração, porém carece de efetividade na prática. Sob esse viés, a crítica da obra sobredita se aplica no contexto nacional quanto a pobreza menstrual no Brasil, pois é uma questão a ser solucionada.

Logo, é necessário medidas para solucionar o impasse, que é motivado pela falta de saneamento básico e pela desigualdade social.

Em primeiro lugar, constata-se a banalização da sociedade como uma das causa da pobreza menstrual no Brasil. Nesse contexto, a filósofa Hannah Arendt criou a expressão “Banalidade do Mal*, a qual diz respeito ao fato de que as pessoas estão normalizando as mazelas sociais, de modo a torná-las banais. Nessa ótica, tal teoria é constatada no contexto brasileiro, uma vez que parte da população a falta de saneamento é um problema grave. No estado do Acre, 15% das meninas que menstruam frequentam escolas que não têm banheiro em condições de uso, o que acarreta em muitas meninas não podem ir para a escola. Dessa forma, devido à normalização desse impasse, a problemática é agravada no meio social.

Portanto, faz-se necessário ações para conter a pobreza menstrual no Brasil. Para tanto, o Governo Federal, cuja função é manter a harmonia social, por meio do governo, dando mas auxílio a essas mulheres, a fim de poder da o mínimo que uma mulher te direito a receber . Além disso, cabe à mídia, por meio das redes sociais, a exemplo do Instagram e Facebook, fazer post com o fito de conscientização . Feito isso, a realidade destoará da obra de Dimenstein.