Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 09/11/2022

De acordo com o artigo 196 da Constituição Federal “A saúde é direito de todos e dever do Estado”. Desse modo, ele necessita garantir o acesso universal e igualitário aos serviços básicos de saúde. É notório que, os desafios da pobreza menstrual no Brasil são explícitos na sociedade contemporanea e que estes devem ser solucionados.

Em primeiro lugar, fica evidente que, a pobreza relacionada à falta de recursos de higiene íntima tem como causa a negligência governamenal. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas do ano de 2022 mostrou o maior número de pessoas em situação de pobreza já registrado no Brasil. Ao considerar os custos dos produtos de higiene e a quantidade de pessoas sem condições financeiras para acessar recursos básicos nos dias atuais, a pobreza menstrual se faz e fará cada vez mais presente.

Segundamente, é imperativo pontuar que, as dificuldades no acesso dos produtos usados no período menstrual, geram severas consequências a saúde dessas mulheres, visto que a saúde ginecológica é essencial para a manutenção da saúde sexual, reprodutiva e hormonal, que tem efeitos no corpo da mulher no geral. Depreende-se portanto, de uma resolução para os empecilhos existentes no país, já que esta é uma questão de saúde pública.

Em suma, portanto, medidas são necessárias para solucionar o problema. É imprescindível que o Ministério da Saúde, por meio de campanhas realizadas por servidores do SUS (Sistema Único de Saúde), efetuam ums distribuição de recusos de higiente íntima à população, de forma gratuita e abundante em todas as regiões. Desse modo, espera-se que os desafios da pobreza menstrual no Brasil terminem.