Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 08/11/2022

As Temofórias eram festas na Grécia, onde celebravam a menstruação. Contudo, no decorrer da história, nota-se que tal ciclo feminino deixou de ser celebrado e passa por diversas dificuldades sociais, onde no Brasil à pobreza menstrual transpõe mediante uma péssima saúde pública. Sendo possível por uma desigualdade social além de um descaso governamental.

Em primeira análise, a precária condição socioeconômica que boa parte da sociedade brasileira é submetida colaboram com a permanência dessa problemática.De tal maneira, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tribulação em 2016,42% de todos o rendimento médio dos brasileiros é destinado ao pagamento de impostos. Nesse sentido, a sobrecarga gerada pelo Estado afeta diretamente a porção da população menos privilegiada, o que por conseguinte, aumenta a desigualdade social, visto que, produtos de higiene menstrual ficam restritos a parte privilegiada da população, tornando-se assim notório que as taxações altas deixa a população mais pobre e facilita a pobreza menstrual no território brasileiro.

Em segunda análise,o descaso governamental é um favor determinante para a permanência da problemática. Nesse viés, a Constituição Federal de 1988, conhecida pelo seu caráter democrático e isonômico garante a todos os cidadãos o direito à saúde de qualidade.Sob essa perspectiva nota-se que no atual cenário brasileiro,tal garantia não está sendo cumprida, haja vista que,a falta de acesso à absorventes por meninas, mulheres e homens trans sgrta a garantia imposta pela nossa Constituição. Por conseguinte, a falta de amparo governamental afeta boa parte da população brasileira, o que torna visível a falta de políticas públicas para a solução da pobreza menstrual em nosso território.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter a problemática.Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde por meio de parcerias com empresas que fabriquem absorventes com o intuito de distribuir gratuitamente absorventes para pessoas de baixa renda da população brasileira, em escolas, hospitais e postos de saúde com k objetivo de combater a pobreza menstrual em nosso território e tornar esse ciclo feminino algo digno de celebração.