Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 11/11/2022
De acordo com a Constituição Federal de 1988, o princípio da isonomia garante que todos são iguais perante a lei e que todos sem excessão tenha direito a vida. Contudo, uma grande parte da população tem esse direito negligenciado, o que trás enormes desafios para o combate à pobreza no Brasil, assim como a probreza menstrual. Essa situação não é contribuída apenas pela desinformação, mas também pela falta de acesso a absorventes na escola,além da falta de preocupação do governo para esses fins.
Dessa forma, a falta de fins monetários e de informação, para as mulheres que fazem parte da parcela da população pobre, faz-se necessária pois durante o período mesntrual, essas pessoas precisam de um maior auxílio. Porém, é notável que esse auxílio é totalmente desvalorizado pelo Governo Federal, visto que muitas mulheres ainda sofrem por falta dinheiro para a compra de absorventes. Visto isso, sob a consepção de Thomas Hobbes, o Estado é responsável pelo bem-estar da população. Nessa perspectiva, o Poder Público não exerce sua responsabilidade administrativa de garantir a harmonia social, uma vez que o Governo deve contribuír mensalmente para a ajuda na compra de absorventes, fato que não acontece no Brasil.
Outrossim, a ausência de políticas públicas que garantem nas escolas produtos de higiene adequados para as garotas, agrava toda temática. Segundo a Unicef 4 mulheres de meninas não têm acesso à absorventes e banheiros com sabonetes nos colégios. Diante desse fato, é notório a falta de visibilidade menstrual nas redes de ensino, sendo imperioso medidas para reverter esse quadro atual.
Portanto, cabe ao Estado, por meio do Ministério das Cidades, que é responsável no combate as desigualdades sociais, deve, através de palestras públicas concientizar a população para promover campanhas de arrecadação e distribuição de produtos de higiene menstrual. lém disso, o Ministério da Educação, órgão que é encarregado pelo desenvolvimento educacional do país, deve, criar projetos pedagógicos pregando sobre a realidade de meninas e mulheres e sobre a privação de higiene que elas sofrem diariamente. Dessa forma o Brasil poderá ser mais informado sobre esses assuntos, além de seguir a Constituição brasileira.