Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 25/02/2023
Pôde-se afirmar que,no Brasil,segundo a instituições internacionais e ONGs que se dedicaram a questão,pelo menos 500 milhões de mulheres e meninas em todo o mundo não têm acesso a itens de higiene adequados para usar durante a menstruação,a maioria delas em países de baixa e média renda. Muita dessas mulheres não tem absorventes em casa,precisando usar panos,jornais, é até folhas em períodos menstruais. Isso pode afetar a vida delas em escolas,trabalhos e no dia a dia delas.
Muito se discute sobre a higiene menstrual nas escolas. De acordo com a CNN 4 milhões de meninas sofrem com pelo menos uma privação de higiene nas escolas,isso inclui a falta de acesso a absorventes. A pobreza menstrual também afeta na educação das garotas nas escolas,muitas delas que estão menstruadas faltam as aulas por causa da falta de absorventes,e quando vão deixam de fazer alguma atividade ou participar de alguma aula.
É de conhecimento geral que,com a chegada da pandemia muitas pessoas passaram e ainda passam por necessidade financeira. A pandemia provocou um aumento na pobreza menstrual,visto que,com a falta de dinheiro às famílias não tinham dinheiro para comprar absorvente. De acordo com uma pesquisa feita nos EUA em 2020,eles afirmam que,16,9 milhões de mulheres não tiveram acesso à produtos de higiene básica,como absorventes.
Visto assim,a pobreza menstrual tem se tornado um problema para milhões de mulheres em diversos lugares do mundo. O governo deveria distribuir produtos básicos de higiene pessoal para mulheres que vivem em áreas mais pobres do país,escolas deveriam colocar em todo banheiro feminino pacotes de absorventes,deveriam ter também absorventes em banheiros públicos da cidade para que as mulheres pudessem usar. Se fizéssemos isso a pobreza menstrual não deixaria de existir,só que mais mulheres teriam acesso a absorventes.