Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 22/05/2023

Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

A pobreza menstrual tem que ser lidada com muita higiene, se não ser tratada pode afetar com doenças, há mulheres que não tem condições de comprar um absorvente essas mulheres tem mais chances de ter alguma doença pois elas ultilizam Jornal, pedaços de pano ou folhas de árvores usados de forma improvisada no lugar de um absorvente para conter a menstruação.

A situação ficou conhecida, chegou ao Senado por iniciativa popular, pois tinha moças jovens ou maduras que estavam chegando a morrer por conta das doenças causadas. Desde 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Pelo texto, calcinhas absorventes, absorventes externos e internos e coletores

menstruais, descartáveis ou não, devem ser distribuídos gratuitamente em postos

de saúde e nas unidades prisionais.

(Zenaide Maia estima um gasto de R$ 30 por ciclo menstrual. Ela destaca que, como quase 13% da população vive com menos de R$ 246 reais por mês, “menstruar pode ser caro”).

O problema pode ser resolvido com o valor deve ser abaixado, para um valor mais razoavel que facilite a compra ou seja gratuito, pois qualquer tipo de perigo a vida uma deve ser evitado

“algumas informações foram tiradas do texto”

Brenno Serafim Simões