Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil
Enviada em 01/06/2023
No documentário " Absorvendo o tabu" de Rayka Zehtachi, demonstra como várias meninas na zona rural da Índia lidam com a menstruação diante de uma sociedade machista, sem acesso a material higiênico e sem acesso a conhecimento a higinie íntima, muitas não sabem nem o que é um absorvente. Em comparação, o Brasil não está distante dessa realidade, havendo desafios para combater à pobreza menstrual.
A príncipio, notar-se que a informação sobre o ciclo mentrual ajuda no combate desse problema no Brasil. Entretanto, percebe-se que ainda é um assunto tabu para ser debatido no ambiente escolar. Ademais, a falta de abordagens desse tema acaba gerando um possível afastamento das meninas nas escolas, pois tratam como algo anormal, e não, algo natural do corpo humano e que eventualmente é necessário entender como funciona para ter noção das necessidades básicas femininas. Desarte, é necessário que se discurta nas instituições de ensino a neutralização sobre a menstruação.
Outro, constarta- se que a distribuição de absorvente ajuda milhares de pessoas em situação de fragilidade. Pórem no livro “Presos que menstruam” cita que detentas usam miolo de pão para estancar fluído menstrual, demonstranto o descaso do governo em relação a saúde básica das presidiárias, pois usar determinados itens para substituir os absorventes são prejudicias, causando até choque tóxico por utilização de materiais inapropriados. Com efeito, precisa-se de medidas que possa garantir acesso a material higiênico de forma grátis.
Portanto, é essencial que o Ministério da Saúde. responsável pela qualidade de vida dos brasileiros, por meio de leis, disponibilizar absorvente de forma gratuíta para mulheres em situação de vulnerabilidade, a fim de zelar seu bem- estar e preservar a sua saúde e nas escolas divulgar mais sobre a importancia do conhecimento sobre período menstrual feminino para que haja conhecimento de como lidar com seu próprio corpo e buscar pelos seus direitos básicos a saúde. Assim, diminuirá os desafios de combater à pobreza menstrual no brasil.